Tecnologia aliada à saúde

 

É fato que a tecnologia tem se mostrado uma forte aliada em diferentes setores do mercado diante das ameaças trazidas pela pandemia da Covid-19. A área de saúde é um grande exemplo. Em 31 de março, o Senado aprovou um projeto de lei que libera o uso da telemedicina durante a pandemia de Coronavírus no Brasil. O PL 696/2020 tem como principal objetivo de desafogar hospitais e centros de saúde, por meio de recursos tecnológicos, como as videoconferências.

  O projeto, da deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP), prevê ainda a ampliação do serviço de telemedicina após o fim da crise, com a regulamentação dessa modalidade de atendimento pelo Conselho Federal de Medicina.

  Para o senador Paulo Albuquerque (PSD-AP), relator da matéria, a aprovação do PL 696/2020 vai contribuir principalmente para os casos que exigem acompanhamento contínuo de médicos, por permitir essa continuidade e evitar a ida do paciente a um pronto-socorro ou uma clínica onde haja risco de contaminação pelo novo Coronavírus. “A telemedicina surge como uma estratégia viável, que pode ampliar o acesso e levar a atenção médica a pessoas e lugares carentes e distantes. Também pode oferecer maior acesso à educação e à pesquisa médica, em especial aos estudantes e aos médicos que se encontram em regiões geograficamente isoladas”, disse Albuquerque.

  Além de colaborar com este momento de crise, a telemedicina rompe barreiras geográficas, agiliza diagnósticos e reduz os custos do sistema de saúde, tanto no setor privado quando no público.

 

 

Realidade virtual na medicina

 

  Esta edição da Revista Digital Infra News Telecom traz um artigo, de Lilian Quintal Hoffmann, diretora-executiva de Tecnologia e Operações da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, sobre realidade virtual na medicina. Segundo ela, a tecnologia é uma ferramenta importante para o aprimoramento da prática médica, especialmente em procedimentos cirúrgicos.

  “A simulação de cirurgias é uma forma eficiente de aperfeiçoar a técnica e de treinar as habilidades do cirurgião em um ambiente que se aproxima do real antes de realizá-los em pacientes. As salas são equipadas com aparelhos que permitem reproduzir uma cirurgia desde a entrada na sala cirúrgica, passando pela intervenção até a finalização do procedimento, incluindo eventuais complicações”, explica Lilian.

 

Realidade virtual no combate à Covid-19

 

  O Hospital Universitário George Washington, nos EUA, usou a realidade virtual para demonstrar exatamente como a Covid-19 pode danificar os pulmões dos pacientes infectados.

  Keith Mortman, chefe de cirurgia torácica do hospital, usou uma tomografia computadorizada de um paciente real com Covid-19 para criar uma renderização em realidade virtual. “Há um contraste muito acentuado e muito visível entre o pulmão infectado pelo vírus e o tecido pulmonar adjacente mais saudável. É possível entender a gravidade dos danos causados no tecido pulmonar”, disse Mortman.

  O vídeo abaixo mostra como a simulação funciona. É possível ver com clareza a diferença entre os tecidos infectados dos saudáveis (amarelos e azuis, respectivamente).

 

 

 

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